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Estratégia



 
A atribuição dos financiamentos provenientes do QREN decorre em estreito alinhamento com os objetivos previstos no PENT, que passam pelo aumento do peso do Turismo na economia nacional, pelo crescimento de turistas e de receitas, pelo aumento da qualificação da capacidade instalada, pela qualificação da mão-de-obra e da oferta turística hoteleira, de forma a reforçar a competitividade do setor, nomeadamente através de:
 
 
  • Aposta numa carteira seleccionada de produtos turísticos diferenciados, inovadores e de excelência, estruturadores da atividade turística nacional e regional;

 

  • Reforço da capacidade e posicionamento competitivo das empresas nacionais no contexto internacional, com especial incidência na qualidade da oferta hoteleira e na capacidade de gestão empresarial;

 

  • Eleição dos Recursos Humanos como chave do turismo de qualidade, adaptando e valorizando as suas competências para os desafios do futuro;

 

  • Atribuição de nova dinâmica à imagem e notoriedade internacional dos valores associados ao destino Portugal, suportada em eventos de forte mediatismo e em campanhas criativas e diferenciadoras.
 
 
 
Estas são as linhas orientadoras que estiveram na génese da criação do Polo de Competitividade e Tecnologia - Turismo 2015 e que se mantém ao longo de todo o período de abrangência do mesmo.
 
 
 
Todo este enquadramento tem por base a capacidade que as atividades turísticas têm como alavanca fundamental do desenvolvimento económico e social das regiões.
 
 
 
Para poder dar cumprimento a estas orientações consagradas no PENT a aposta é em projetos com envergadura, para que possam contribuir fortemente para contrariar a crise, através da captação de turistas mais sofisticados e com uma capacidade de escolha mais alargada, alcançando assim os objetivos do PENT.


 

  

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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